O Processo Artesanal - As goiabas são cuidadosamente lavadas, retirando-se os
ápices dos frutos. Manualmente, a polpa é separada da
carne da goiaba por uma espátula e então misturada para
separação das sementes da calda interna. Em média cada
“tachada” resulta em 20 kg de goiabada. No cozimento é
fundamental a produção em tachos abertos e a lenha para a
troca de calor com o ambiente. Assim a água proveniente da
goiaba evapora, concentrando a fruta, enfatizando sua pureza.
O tempo de cozimento médio é de 2
(duas) horas. O ponto máximo – ponto do doce - integra
os quatro sentidos do Doceiro:
Olfato – com o tacho aberto e troca de calor constante com o
ambiente, o Doceiro acompanha as mudanças no aroma em cada
fase do processo.
Visão - uma vez que o doceiro analisa a mudança de coloração com o
desmanchar da carne da goiaba ele conduz ao ponto de “cascão”.
Paladar – o Doceiro retira amostras ao longo da fabricação verificando
o sabor para definir o tempo e calor necessário até o ponto da
SÃO THOMÉ.
Tato - O Doceiro averigua a consistência
e textura do doce principalmente antes de retirá-lo do
aquecimento.
Ponto da Goiabada – no momento de retirada da goiabada
artesanal do aquecimento, todos estes sentidos se unem para
tomada de decisão do Doceiro. A retirada no tempo certo e a
experiência do doceiro são essenciais à qualidade. O
resultado artesanal é uma goiabada mais concentrada com forte
sabor de goiaba, a SÃO THOMÉ – A Melhor Goiabada Cascão do
Brasil.
Podemos ainda destacar que o modo
de produção artesanal é o que demanda maior quantidade de
trabalhadores, uma vez que em todas as etapas de produção há a
necessidade de se ter um ou mais funcionários.
“Na SÃO THOMÉ GOIABADA ARTESANAL buscamos
produzir a melhor goiabada cascão do Brasil, sem substituir o
sabor original e natural da goiaba por aromatizantes, e sem
substituir os postos de trabalho por máquinas que gerariam
desemprego. Com isso, podemos afirmar o grande papel social e
o sabor da pura goiaba” - Doceiros da SÃO THOMÉ. |